“Compreender o dízimo como expressão de gratidão a Deus e de corresponsabilidade com a comunidade”, defende padre Wagner Carvalho na 33ª AR-CNBB

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A 33ª AR-CNBB foi assessorada pelo assessor da Comissão Episcopal para a Animação Bíblico Catequética da CNBB, padre Wagner Carvalho, que pertence ao Clero da Diocese de Picos.

Para o padre Wagner Carvalho o evento representou um momento oportuno para que as diversas forças vivas da Igreja encontrem, compartilhem e celebrem ações pastorais: “Precisamos formar, avaliar e projetar caminhos num espaço de discernimento, comunhão e participação. Os temas desta assembleia se complementam porque quanto mais conhecemos a fé, cada vez mais nos tornamos corresponsáveis pela manutenção das comunidades”, explicou.

Em sua explanação, o assessor destacou que a iniciação à vida cristã constitui o eixo central e unificador de toda a ação evangelizadora e pastoral: “A IVC visa a formação inicial e permanente do discípulo missionário de Jesus Cristo, para viver e anunciar a fé cristã. É um processo que nos conduz para dentro do mistério amoroso do Pai e nos insere na comunidade para professarmos, celebrarmos, vivermos e testemunharmos a nossa fé”, explicou.

Sobre autossustentação, o padre Wagner disse que através do dízimo os fiéis assumem, com amor e compaixão, a manutenção das comunidades, de sua estrutura e de toda a ação evangelizadora da Igreja: “Devemos compreender o dízimo como uma contribuição permanente em que cada um de nós, motivados pela fé e pela experiência com Deus, expressamos a nossa gratidão, vivenciamos a comunhão e participação e a corresponsabilidade com a evangelização”, falou.

Os aprofundamentos sobre autossustentação e IVC foram escolhidos como temática central desta AR depois que a Igreja no Piauí resolveu abolir as espórtulas de sacramentos num decreto assinado pelos bispos em fevereiro e que entra em vigor no dia 24 de dezembro deste ano.

“Com a abolição das taxas, nossas comunidades precisão pensar o que é urgente e necessário na vida diocesana e paroquial. Precisaremos, portanto, de um bom planejamento financeiro, investimentos em formações e campanhas, mas, sobretudo criar entre os fiéis uma mudança de mentalidade sobre o que é e qual a finalidade do dízimo”, finalizou.

 

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