70 anos da Diocese de Oeiras: uma comunidade em missão

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O Ano Jubilar da Diocese de Oeiras tem início hoje, dia 16 de dezembro e encerra no dia 07 de outubro de 2015, com uma vasta programação composta por celebrações, missas, encontros, debates e reflexões envolvendo o tema proposto para o jubileu, com a participação do clero da diocese, pastorais, grupos, movimentos, religiosas e a sociedade civil. É um período em que as reflexões estarão voltadas para a missão da Igreja nesta caminhada de 70 anos, projetando diretrizes para os passos seguintes diante dos desafios que a modernidade impõe.

Segundo o bispo diocesano dom Juarez Sousa celebrar o jubileu da diocese de Oeiras, significa olhar para a caminhada da Igreja neste sertão piauiense, marcado por tantas adversidades; é vivenciar e partilhar do clamor do povo e lutar por dignidade e justiça, “para que todos tenham vida”.

A celebração de abertura do Ano Jubilar acontecerá em todas as paróquias e áreas pastorais que formam a diocese de Oeiras, com santa missa em ação de graças.

Histórico da Diocese de Oeiras

            A Diocese de Oeiras foi criada no dia 16 de dezembro de 1944, pelo papa Pio XII, através da bula Ad Dominici Gregis Bonum (Para o bem do rebanho do Senhor), que também criou pelo mesmo ato a diocese de Parnaíba. A diocese criada foi solenemente instalada no dia 07 de outubro de 1945, com uma extensão territorial de cerca de 84.000 Km², abrangendo todo território central do Estado do Piauí, que se estende entre os Estados do Maranhão, ao Oeste, e Pernambuco e Ceará, ao Leste.

            Como a Diocese de Oeiras era um complexo geográfico muito grande, foi desmembrada, ao leste, no dia 28 de outubro de 1974, a Diocese de Picos. E no dia 08 de dezembro de 1977, foi criada uma segunda sede da diocese, na cidade Floriano, situada a cerca de 100 quilômetros, para onde  foram transferidas a residência do bispo, a administração e a organização pastoral da diocese, quando também a Igreja matriz de Floriano tornou-se co-catedral, e o nome da cidade de Floriano foi acrescentado ao nome da diocese que passava a chamar-se “Diocese de Oeiras-Floriano”.

O primeiro bispo foi o D. Francisco Expedito Lopes, que tinha como lema: Instaurare omnia in Christo (Restaurar todas as coisas em Cristo). O mesmo exerceu o pastoreio, na diocese, de 06 de janeiro de 1949 a 07 de janeiro de 1955.

O segundo bispo foi D. Raimundo de Castro e Silva, que tinha como lema: Ad Iesum per Mariam (A Jesus por Maria), e aqui exerceu o seu ministério episcopal de março de 1955 a dezembro de 1957.

O terceiro bispo foi D. Edilberto Dinkelborg ofm, que tinha como lema: In finem Dilexit (Amou-os até o fim) e exerceu o seu pastoreio de 1959 a 1991.

O quarto bispo foi D. Fernando Panico mscj, que tinha como lema: Sursum Corda (Corações ao alto) e exerceu o seu pastoreio na diocese de Oeiras-Floriano, de 14 de agosto 1993 até 2001.

O quinto bispo de Oeiras-Floriano foi D. Augusto Alves da Rocha, que tem como lema: In fide fundati (Firmes na fé) e exerceu o seu ministério episcopal de 24 de outubro de 2001 a 27 de fevereiro de 2008, quando foi criada a Diocese de Floriano, desmembrada da Diocese de Oeiras, da qual foi nomeado bispo titular e Administrador Apostólico da Diocese de Oeiras, até o dia 17 de maio de 2008.

No dia 27 de fevereiro de 2008, o papa Bento XVI elegeu e nomeou Dom Juarez Sousa da Silva, bispo da Diocese de Oeiras e no dia 17 de maio do mesmo ano, D. Juarez foi ordenado bispo e assumiu o seu ministério episcopal, cujo lema é Ut vitam habeant (para que todos tenham vida – Jo 10,10). Assim, após 30 anos, a única sede episcopal da Diocese voltou ser a Catedral de Nossa Senhora da Vitória, na cidade Oeiras.

Assim a diocese de Oeiras, sob a assistência do Divino Espírito Santo e a proteção materna e amorosa de Nossa Senhora da Vitória, iniciou uma nova etapa em sua história.

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