Eu acredito na Família

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Ataques Frontais à Família

As mudanças que afetam a família demonstram existir, especialmente no avanço dos meios de comunicação, um conflito de gerações, além dos infindáveis questionamentos, sendo comum a indagação: “vale a pena o Matrimônio?” Outros questionamentos parecem negar até mesmo o próprio valor da família.

É constatação o clima geral de perplexidades, até mesmo de cristãos e católicos, em relação à família. Muitos vivem num mundo de incertezas e dúvidas de tal alcance, que chegam a esquecer e até a perder os valores perenes da Família. Outros ainda, por crises em que se encontram, se vêem como que impossibilitados de dar uma resposta conforme a sua própria consciência.

Este clima de negação que envolve a Família, é o resultado de ataques frontais a ela e do descrédito em que se tenta lançá-la.

Aparecem situações adversas, dificultando a vivência dos ideais da família. São situações de natureza sociológica e religiosa. A maioria de nossas famílias não é evangelizada e, simplesmente, não têm condições de assumir a vida familiar, seus valores e exigências.

Situações culturais adversas, acabam por reduzir o amor a sexo e este a mero prazer sem compromisso; e, na lógica macabra do mercado, amor, sexo e prazer são reduzidos a consumo e, o dinheiro a sua justificativa.

Se formos fazer um exame das proporções, há mais separações que casamentos. Existem mais juntados que casados. Este diagnóstico mostra a gravidade da situação na qual nos encontramos, e as consequências diretas nas relações das crianças e jovens, principalmente aqueles cujos pais são separados.

Há manipulação da opinião pública, notadamente dos Meios de Comunicação, que degradam os valores familiares. Pleiteiam-se contrapor ao Plano de Deus, planos internacionais de economia, como os de esterilização em massa e manipulações genéticas.

Valores Perenes da Família

Como Igreja, estes ataques, antes de nos desanimar, nos levam a refletir e proclamar os valores positivos da Família em si.

Experimentamos Deus na Família, em sentido comunitário e de experiência de vida. A união de sentimentos e de corpos entre homem e mulher vai fazendo crescer o verdadeiro espírito de família. A criança, em casa, é a perpetuação de atitudes e gestos de amor para todo o sempre. É o sempre-novo do amor entre marido e mulher.

A Família é Sacramento, isto é, sinal visível do amor de Deus, pois Cristo se dá inteiramente à Igreja e ao seu povo. Por conseguinte, o Casamento é aliança e não apenas pacto. Não é contrato, é aliança de amor, de vida e sentimento.

A Família é anterior à sociedade. Isso significa que é comunidade originária. Por isso, a sociedade não pode ditar normas contra ela. A estabilidade, a segurança e a paz da sociedade só existem, se existirem antes na família.

A primeira experiência de fraternidade é realizada na família, onde também se faz presente o valor nobre da partilha. O homem nasce sociável, mas se transforma em ser social na família, onde descobre os valores do bem comum. Por isso é que afirmamos: a personalidade do ser humano se forma na Família, “quem não tem uma Família é um errante!”

Não basta, entretanto, constatarmos os ataques frontais à Família e os seus valores positivos. Cabe-nos, como cristãos, restaurar a sua credibilidade. Há que banir da área familiar o aventureirismo, o despreparo e a falta de diálogo. A Família tem que ser preservada. Não chegam talvez a dez, os motivos principais pelos quais os casais se separam. Precisamos vencer esses tropeços.

 

Por: Pe. Edivaldo Pereira dos Santos

Fotos: Google

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