Dom Augusto Rocha celebra Solenidade das Trevas na Igreja Catedral

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O bispo emérito de Floriano, dom Augusto Alves da Rocha, celebrou na noite 23, às 19h, a Santa Missa e Ofício das Trevas na Igreja Catedral. Cerimônia tradicional, que acontece na Quarta-Feira Santa e é um costume muito antigo. O Ofício das Trevas mostra, de forma bastante clara, a figura do servo Sofredor e, junto dele, a Igreja se prostra rezando e meditando sobre os sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz. A celebração contou ainda com a presença do Pe. João Francisco, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Vitória, e dos vigários paroquiais, Pe. José Francisco e Pe. Ricardo. Os salmos utilizados na solenidade das trevas foram entoados pelos seminaristas.

O Ofício das Trevas, embora o nome possa dar a entender, não é um rito enigmático e obscuro, mas um das orações mais belas da Semana Santa. Em alguns lugares ele é celebrado na Segunda-Feira Santa, mas o dia mais correto para esta celebração é entre a noite de Quarta-Feira até antes do amanhecer da Quinta, marcando o início do Tríduo Pascal. É colocado um candelabro de sete velas. No final de cada um dos Salmos que vão sendo cantados, apaga-se uma das velas, ficando porém, a vela vértice do triângulo acesa, indicando que a luz de Cristo brilha sobre as trevas, aclarando todo homem que vem a este mundo.

Este nome (Ofício das Trevas) tem diversas explicações. As trevas naturais de meia-noite ao anoitecer, ou seja, as horas destinadas à recitação do ofício, lembrando as palavras de Cristo preso nas trevas da noite: “Haec est hora vestraetpotestastenebrarum” (Esta é a vossa hora e do poder das trevas.) (Lc 22, 53); as trevas litúrgicas, quando durante as cerimônias da paixão apagam-se todas as luzes na igreja, exceto uma e as trevas simbólicas da paixão.

A Santa Missa com Ofício das Trevas teve uma significativa participação de fieis que assistiram atentos essa rica cerimônia da Semana Santa.

O bispo emérito de Floriano, dom Augusto Alves da Rocha, celebrou na noite de ontem, 23, às 19h, a Santa Missa e Ofício das Trevas na Igreja Catedral. Cerimônia tradicional, que acontece na Quarta-Feira Santa e é um costume muito antigo. O Ofício das Trevas mostra, de forma bastante clara, a figura do servo Sofredor e, junto dele, a Igreja se prostra rezando e meditando sobre os sofrimentos de Sua Paixão e Morte na Cruz. A celebração contou ainda com a presença do Pe. João Francisco, pároco da Paróquia Nossa Senhora da Vitória, e dos vigários paroquiais, Pe. José Francisco e Pe. Ricardo. Os salmos utilizados na solenidade das trevas foram entoados pelos seminaristas.

O Ofício das Trevas, embora o nome possa dar a entender, não é um rito enigmático e obscuro, mas um das orações mais belas da Semana Santa. Em alguns lugares ele é celebrado na Segunda-Feira Santa, mas o dia mais correto para esta celebração é entre a noite de Quarta-Feira até antes do amanhecer da Quinta, marcando o início do Tríduo Pascal. É colocado um candelabro de sete velas. No final de cada um dos Salmos que vão sendo cantados, apaga-se uma das velas, ficando porém, a vela vértice do triângulo acesa, indicando que a luz de Cristo brilha sobre as trevas, aclarando todo homem que vem a este mundo.

Este nome (Ofício das Trevas) tem diversas explicações. As trevas naturais de meia-noite ao anoitecer, ou seja, as horas destinadas à recitação do ofício, lembrando as palavras de Cristo preso nas trevas da noite: “Haec est hora vestraetpotestastenebrarum” (Esta é a vossa hora e do poder das trevas.) (Lc 22, 53); as trevas litúrgicas, quando durante as cerimônias da paixão apagam-se todas as luzes na igreja, exceto uma e as trevas simbólicas da paixão.

A Santa Missa com Ofício das Trevas teve uma significativa participação de fieis que assistiram atentos essa rica cerimônia da Semana Santa.

Foto: Google

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